“Somos vários
assim nos querem”.
Celina de Holanda

Busco imagens
recortadas no tempo
a tempo de seguir buscando
a imagem nunca encontrada.

Meu convívio com a fotografia vem de longa data, pois a utilizo como ferramenta de trabalho. Um suporte lúdico para captar formas e imagens.

Pinturas impressas nas paredes, muros, madeiras de antigas casas, troncos de árvores e raízes, casco de um navio aportado. O detalhe ou fragmento está próximo e presente, vivo e colorido. Resgato e me aproprio, deste mínimo maximizado de cores com rara clareza, contrastes, texturas oxidadas, composto e decomposto. O mistério do tempo em ação. Revelar e não desvendar.

Multiplicar, espelhar, renomear num jogo infinito de possibilidades. A esta repetição poética e renovada que a vida impõe, curiosa, intuitiva e irreverente:
sou pintógrafa.

Elizethe Borghetti

 

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